Série #NossosTalentos
Filipe Santos, 24 anos, barítono, Itabirito (MG)

O barítono Filipe Santos durante a 4ª Academia Canto em Trancoso. FOTO: Cauê Diniz

#Nossos Talentos destaca jovens músicos brasileiros, que merecem nossa atenção. O barítono Filipe Santos dá continuidade à série e nos conta um pouco de sua relação com a música. No Canto em Trancoso 2018, Filipe foi selecionado para o curso que a Chorakademie Lübeck, parceira do Mozarteum, realizará na Eslováquia, em 2019.

Filipe Santos, 24 anos, barítono, Itabirito (MG)

O que faz atualmente?: “Canto no Coral Lírico de Minas Gerais do Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Também curso música com habilitação em regência na Universidade Federal de Minas Gerais. Já sou licenciado em música pela Universidade Federal de Ouro Preto.”

Como descobriu a música?: “Aos 16 anos, quando entrei em um coral em minha cidade, descobri que gostava de cantar. Desde então carrego a música como ofício para a vida. A partir do momento que senti a energia do palco, percebi que era ali que eu queria realmente estar.”

O que te motiva na carreira musical?: “A grande motivação é sempre encontrar coisas novas, estar sempre à procura de algo que ainda não foi feito. Ou ainda sentir e tentar transmitir para o público tudo aquilo que uma obra exige, sem medir esforços para alcançar o máximo de intenção e preciosismo na interpretação.”

O que te desafia?: “As dificuldades no mundo do canto só me fazem querer aprender mais e mais. Isso me impulsiona a alçar voos mais altos, sobretudo falando-se de música erudita no Brasil, onde sabemos que grande parte do público não tem acesso ou nunca tiveram contato com esse tipo de arte.”

Sua experiência com o Mozarteum Brasileiro: “O Mozarteum vem sendo um divisor de águas. Afinal, estão mostrando que temos sim músicos de qualidade no Brasil e gente querendo evoluir e fazer música de qualidade.”

Um sonho: “Um dos meus maiores sonhos é não somente ser um bom cantor e ter domínio pleno de meu instrumento, mas também poder compartilhar toda minha vivência com quem tem sede dessa coisa que mexe tanto com a gente: a música!”

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